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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Novela Compesa longe do final feliz 2

Petrolina é um canteiro de obras. Literalmente e na prática é isso que acontece não só em função das obras que o então prefeito Odacy Amorim (PSB) quer inaugurar de toda forma antes de virar a folhinha, mas, sobretudo porque a Compesa resolveu fazer alguma coisa, mas não termina nunca....

A Compesa está (parece que sim...) atuando em várias ruas que dão acesso a Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio. Agora, a Avenida Tancredo Neves e o acesso a Univasf junto ao Parque Josefa Coelho...esses serviços pedem socorro já faz uns 4 anos.

Em TV, novela tem vida útil em média de 6 a 8 meses. É uma obra aberta (pode ser mexida no desenrolar dos fatos) e tem quase sempre um final feliz.

Parece que a população de Petrolina não assistirá esse resultado enquanto a história for sobre a Compesa. Afinal, com obras abertas ou meia sola e com um discurso (de sempre) que todos os serviços serão concluídos em tempo hábil, tudo leva a pensar que nem mesmo em ano eleitoral, 2010, as pessoas podem esperar algo acontecer.

Aguardem cenas dos próximos capítulos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Novela da Compesa não tem cenas finais


Compreender o esquema de trabalho da Compesa é realmente um grande desafio para população. A história da prestação de serviços da empresa é uma novela que não tem cenas finais.
A logística profissional da Compesa é um enigma a ser desvendado. Ruas quebradas, serviços iniciados e paralisados, justificativas sem sentidos e a população pagando o “pato”, neste caso, pagando o líquido precioso que a empresa fornece.

É bom lembrar que em algumas localidades a água só aparece em fotografia e a torneira serve apenas como decoração.

É mesmo difícil de compreender como a empresa permite que uma rua como a do Caminho do Sol fique rasgada de ponta a ponta e na medida em que os carros vão passando os buracos vão afundando. Ou a Avenida Tancredo Neves que já foi interditada várias vezes com placas da Compesa (e agora da prefeitura também...) mostrando que “pretende” fazer o trabalho. Quando? Ninguém sabe.

Não é novidade encontrar em vários pontos de Petrolina obras inacabadas da empresa com a justificativa de que a conclusão do trabalho é de responsabilidade da prefeitura. É um jogo de empurra-empurra pra cá e pra lá...e o povo? Pagando o pato, ou melhor, o líquido....

Boa parte desses serviços que estão abertos ou não concluídos deve ter em torno de 4 anos e o mais impressionante nisso tudo é que a companhia alega que em pouco tempo vai terminar o trabalho.

O que a Compesa entende por pouco tempo? São mais de 4 anos? O que é mesmo de responsabilidade da prefeitura? Por que essa relação entre as duas instituições não fica clara para a população?

Com a resposta a empresa Compesa e a prefeitura.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Compesa, prefeitura e o povo…a novela continua


Nos capítulos anteriores, meses que antecederam as eleições, dizia a Compesa (ou era a prefeitura??) que estava resolvendo questões estruturais de solo e tubulação para então solucionar as enormes crateras abertas pela empresa em várias ruas de Petrolina.

Mas os serviços estão paralisados, inacabados e são verdadeiros transtornos à população. Há locais que a tabuleta da Compesa está até empenada de tanto esperar o trabalho.

Tem rua que aguarda o tal ajuste da empresa há mais de um ano... isso tudo pra não falar da água que não chega em muitos bairros mas a fatura vem todo mês normalmente.

E o povo? Vai às ruas, às rádios, faz reclamações na própria empresa, entra na justiça contra a Compesa... e nada. Por que será que esta empresa é tão blindada e parece que nada chega até o topo do poder.

Como pode uma empresa se dizer prestadora de serviços, abrir frente de trabalho em ruas importantes em circulação de carros e não concluir o trabalho?

A novela da Compesa vem rendendo audiência e muito a imprensa regional. A pauta dos rádios é uma repetição diária e por mais que a temática venha à tona parece que as coisas não andam.

De que forma o Ministério Publico pode agir para fazer valer o direito do cidadão? Por que nós, pobres mortais, que pagamos religiosamente a conta de água com serviço temos que engolir seco este descaso para com a sociedade?

Finalmente, as ruas serão consertadas? Os serviços serão concluídos? Quando? As perguntas ficam no ar e no blog.