quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dica

Gente,
Leiam esse blog Café História. Fantástico...
Um passeio pela história de ontem e de hoje ...muito bom..

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ausência de post

Meus caros colegas blogautas. Estou hiper, mega, ocupada e totalmente sem tempo para postar no blog.
Isso porque não é apenas escrever. É preciso pensar em conteúdo, tratar a informação, dar um caráter critico, reflexivo.. isso demanda tempo...

Prometo (palavra de Teresa e não de político) voltar logo, logo...
Obrigada pelo apoio e compreensão.
Bjs em todos.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Desabafo de uma recifense

Meus alunos e amigos sabem o quanto acho à cidade do Recife linda, sobretudo, a orla que digo sempre ser a mais bela do Nordeste.

Beleza à parte, não posso deixar de reconhecer que faltam muito para se ver o Recife mais limpo e sua arquitetura colonial preservada. Ajuntando a isso vêm os índices de violência com espetáculos de “arrastões” em avenidas consideradas importantíssimas.

Canais a céu aberto, lixo entre o meio fio e o medo de ser assaltado em qualquer esquina de qualquer lugar fazem parte da rotina dessa cidade que vende uma imagem de Carnaval exorbitante e turismo sexual a noite em boa parte da orla (pra não dizer o dia todo).

Nasci aqui e posso dizer de carteirinha, até porque amo esta cidade, que pouco se evoluiu em termos de desenvolvimento urbano. Daí uma reflexão básica: cidades menores, como Petrolina não tem toda tecnologia de exportação nem essas praias lindas de águas mornas e piscinas naturais, no entanto, podemos andar mais tranqüilos pelos parques e orla, o índice de violência é bem menor e as pessoas param o carro na faixa de pedestre e deixam o transeunte passar.

Às vezes a tranqüilidade de cidades menores, meio interiorana como costumam chamar, tem uma qualidade de vida bem superior a grandes metrópoles.

Recife, ainda amo você. Mas estou dividindo este amor com outros espaços bem mais aconchegantes.

Retrato quase da vida







terça-feira, 18 de agosto de 2009

Globo X Record: quem ganha com isso? Parte 1

Impossível não falar sobre a guerra das TVs, ou melhor, dos maiores grupos de comunicação do país, Globo X Record, apresentada em rede nacional (e internacional) na ultima semana (e ainda em percurso) para que todos possam acompanhar e fazer apostas nos possíveis vencedores dessa disputa.

Pelo registro em memória, nunca antes na história comunicacional brasileira se viu tantos bombardeios em nível de imprensa, em especial, o telejornalismo de dois grupos, como estão sendo protagonizados pelas emissoras em destaque.

Longe de querer defender ou acusar quem quer que esteja por traz dessa lavagem de roupa suja, alguns pontos precisam ser esclarecidos.

1º) Por que a Globo trouxe à baila (forçando a barra junto ao Ministério Publico de São Paulo) o caso do Bispo Edir Macedo, leia-se, Igreja Universal do Reino de Deus, que é um fato já transitado e divulgado com ampla cobertura midiática?
2º) O que de fato precisa ser esclarecido pela Igreja Universal, sua relação direta com a concessão publica de canal de televisão, a Rede Record, e o uso indevido do dinheiro dos féis da igreja?

A título de esclarecimento, de fato, a igreja sobrevive e deve ser sustentada pelos seus participantes diretos, neste caso, os membros que congregam na denominação. Isso é lícito e está descrito em várias partes da Bíblia Sagrada, a exemplo do livro de Malaquias 3: 8 a 10.O ato existe para que não haja dependência ou melhor, ligação financeira da igreja com o Estado.

Ressalto um ponto fundamental nessa análise é que este provimento deverá ser utilizado unicamente na manutenção do templo, espaço de congregação, obras sociais, que envolvem inclusive o evangelismo (sustentação de obreiros em diversas localidades para pregação do evangelho); bem como sustentação de pastores e os chamados ministros de música e educadores cristãos, para que eles possam trabalhar exclusivamente na obra.

Os demais encargos referentes a manutenção das obras e dos templos como luz, água, limpeza, equipamentos e outros também são pagos pela própria igreja a partir dos proventos recebidos.

Qualquer que seja a razão pela qual o dinheiro dos membros não tenha sido aplicado nessas atividades se caracteriza desvio de conduta e sobretudo ausência de compromisso com a pregação da Palavra de Deus. Ponto.

(segue parte 2)