Votação é Adiada
01/04/2009 17:08 - Fonte: site FENAJ
O recurso contra o diploma foi retirado da pauta de votações do STF. Prossegue no plenário a apreciação da Adin contra a Lei de Imprensa. O Ato Público Nacional continua. A Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma vão se reunir para traçar novas estratégias de continuidade do movimento.
Às 16h45 desta quarta-feira (1º/04) a coordenação do movimento foi informada que, a pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do RE 511961, ministro Gilmar Mendes, o advogado que representa a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na ação foi oficialmente comunicado da retirada do tema da pauta. Não foi divulgada nova data para julgamento do recurso contra o diploma.
Dirigentes da campanha continuam no plenário do STF acompanhando a votação da Adin contra a Lei de Imprensa. “Após o Ato Nacional a Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha vão definir novas ações, mas desde já a orientação é para que a movimentação nos estados e os preparativos para o Dia do Jornalista, 7 de abril, prossigam”, disse o diretor da FENAJ Luiz Spada.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Em defesa do diploma
Jornalistas realizam ato pelo diploma em frente ao TRF, nesta terça-feira Jornalistas e dirigentes do Sindicato dos Jornalistas de Pernambueo e da FENAJ realizam ato público, nesta terça-feira (31/03), das 9 às 12 horas, diante da sede do Tribunal Regional Federal (TRF), no Cais do Apolo, manifestando a defesa do diploma em Jornalismo para o exercício qualificado, ético e livre no Brasil.
Os jornalistas distribuirão com servidores e profissionais do Direito e com a população um manifesto que ressalta a importância para a sociedade de receber informação qualifica, apurada por profissionais capacitados e com formação teórica, técnica e ética. O manifesto ressalta, também, a pesquisa do Instituto Sensus que revela que 74,3% dos brasileiros são favoráveis à exigência do diploma de Jornalismo.
O SinjoPE e a FENAJ contam com a participação dos jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo, centrais e sindicatos, organizações e representantes sociais e da população em frente ao TRF.
À tarde, dirigentes sindicais visitarão as redações de TVs, jornais e rádios para panfletar, falar aos jornalistas e mobilizá-los para acompanhar o julgamento do recurso do Ministério Público Federal/Sindicato das Empresas de Rádio e TV de São Paulo contra a exigência do diploma pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (01/04), em Brasília.
Na tarde do julgamento, haverá uma vigília no SinjoPE e outra de estudantes e professores na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).
A defesa da regulamentação e da formação em Jornalismo para o exercício ético, com qualidade, responsável e democrático é mais que uma tarefa corporativa, é também um interesse da sociedade, para preservar a credibilidade, a liberdade e a independência do profissional, até mesmo para negar-se a cumprir pautas que firam a sua consciência e os interesses da população. Só o mérito e a formação asseguram o acesso democrático à profissão. Esses são primados do bom jornalismo.
Às vésperas do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do recurso nº 511961, o SinjoPE e a FENAJ convocam a categoria para mobilizar-se em defesa da nossa regulamentação profissional.
Jamais houve ataque e ameaças tão grandes ao exercício independente, ético, responsável, de qualidade e democrático do jornalismo no Brasil. A regulamentação da profissão (decreto nº 972/69 e emendas) só trouxe seriedade e credibilidade ao trabalho jornalístico e só o mérito e a formação podem assegurar o acesso democrático à profissão.
SinjoPE e FENAJ ressaltam a crença na necessidade da formação e do conhecimento para o exercício do Jornalismo e a convicção de que o STF saberá respeitar o direito à organização profissional do trabalho jornalístico e o direito da sociedade brasileiro de acessar e receber jornalismo com crédito e lisura.
A regulamentação dos jornalistas brasileiros é resultado de uma luta iniciada há 100 anos, que levou à fundação da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Para a FENAJ e seus Sindicatos, a regulamentação representou um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
A sociedade já disse o que quer: jornalista com diploma. A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus, em setembro de 2008, em todo País, mostrou que a maciça maioria do povo - 74,3% dos brasileiros - compreende e quer profissionais jornalistas com formação, por isso é a favor da exigência do diploma em Jornalismo.
Os jornalistas distribuirão com servidores e profissionais do Direito e com a população um manifesto que ressalta a importância para a sociedade de receber informação qualifica, apurada por profissionais capacitados e com formação teórica, técnica e ética. O manifesto ressalta, também, a pesquisa do Instituto Sensus que revela que 74,3% dos brasileiros são favoráveis à exigência do diploma de Jornalismo.
O SinjoPE e a FENAJ contam com a participação dos jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo, centrais e sindicatos, organizações e representantes sociais e da população em frente ao TRF.
À tarde, dirigentes sindicais visitarão as redações de TVs, jornais e rádios para panfletar, falar aos jornalistas e mobilizá-los para acompanhar o julgamento do recurso do Ministério Público Federal/Sindicato das Empresas de Rádio e TV de São Paulo contra a exigência do diploma pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (01/04), em Brasília.
Na tarde do julgamento, haverá uma vigília no SinjoPE e outra de estudantes e professores na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).
A defesa da regulamentação e da formação em Jornalismo para o exercício ético, com qualidade, responsável e democrático é mais que uma tarefa corporativa, é também um interesse da sociedade, para preservar a credibilidade, a liberdade e a independência do profissional, até mesmo para negar-se a cumprir pautas que firam a sua consciência e os interesses da população. Só o mérito e a formação asseguram o acesso democrático à profissão. Esses são primados do bom jornalismo.
Às vésperas do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do recurso nº 511961, o SinjoPE e a FENAJ convocam a categoria para mobilizar-se em defesa da nossa regulamentação profissional.
Jamais houve ataque e ameaças tão grandes ao exercício independente, ético, responsável, de qualidade e democrático do jornalismo no Brasil. A regulamentação da profissão (decreto nº 972/69 e emendas) só trouxe seriedade e credibilidade ao trabalho jornalístico e só o mérito e a formação podem assegurar o acesso democrático à profissão.
SinjoPE e FENAJ ressaltam a crença na necessidade da formação e do conhecimento para o exercício do Jornalismo e a convicção de que o STF saberá respeitar o direito à organização profissional do trabalho jornalístico e o direito da sociedade brasileiro de acessar e receber jornalismo com crédito e lisura.
A regulamentação dos jornalistas brasileiros é resultado de uma luta iniciada há 100 anos, que levou à fundação da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Para a FENAJ e seus Sindicatos, a regulamentação representou um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
A sociedade já disse o que quer: jornalista com diploma. A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus, em setembro de 2008, em todo País, mostrou que a maciça maioria do povo - 74,3% dos brasileiros - compreende e quer profissionais jornalistas com formação, por isso é a favor da exigência do diploma em Jornalismo.
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Sindicato Jornalistas de PE
segunda-feira, 30 de março de 2009
Poesia pra refletir
A dor da gente não sai no jornal.
A gente não se percebe no jornal.
O negro não se olha no jornal.
O jornal não se entende como jornal.
A dor da gente não sai na TV.
A fome da verdade não sai na telinha.
A obra da imprensa se mostra
e onde se olha
Olha-se a dor,
Olha-se a cor
Olha-se o odor
Olha-se o pensamento da dor.
A gente não se percebe no jornal.
O negro não se olha no jornal.
O jornal não se entende como jornal.
A dor da gente não sai na TV.
A fome da verdade não sai na telinha.
A obra da imprensa se mostra
e onde se olha
Olha-se a dor,
Olha-se a cor
Olha-se o odor
Olha-se o pensamento da dor.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Retorno da TV Câmara
TV Câmara confirma contato de Gilmar Mendes, mas nega censura
Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro
O diretor da TV Câmara, Manuel Roberto Seabra, confirma que assessores do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, reclamaram com a emissora sobre o programa “Comitê de Imprensa”, exibido no dia 13/03. Entretanto, nega qualquer tentativa de censura.
Segundo Seabra, o programa saiu do seu objetivo, que seria o debate sobre a cobertura da revista Veja no caso das investigações contra o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, e se transformou em um palco de acusações pessoais.
A decisão de retirar o link foi tomada pela própria emissora. A ideia era inserir um direito de resposta no vídeo e recolocá-lo no ar.
“A gente recebeu muitas reclamações sobre a matéria. Ela teria sido ofensiva e saía do tema. Houve uma tentativa de responder a isso, ouvindo as partes atingidas: o ministro Gilmar e um representante da CPI dos grampos. A ideia era inserir isso no programa, como um direito de resposta. Os assessores deles ligaram e reclamaram. Tentamos entrevistar o ministro Gilmar e o representante da CPI, mas como isso não se consumou, resolvemos voltar com o link no ar”, explica.
Mudanças no programaPor causa desse episódio, a TV Câmara pretende reformular o “Comitê de Imprensa”. A partir de agora, as pautas serão mais fechadas e os apresentadores estarão avisados para evitar novos ataques pessoais.
“Só com jornalista acontece isso. Parece que a gente não obedece o que a gente ensina. O episódio chegou a nos envergonhar por não termos o outro lado, mas essa não é a proposta do programa. Não é um programa para acusar ninguém, é para debater a mídia”, afirma Seabra.
No início da semana, o correspondente da Carta Capital em Brasília Leandro Fortes, um dos convidados do programa, afirmou que o link teria sido retirado do site da emissora por pressões do ministro Gilmar Mendes.
Na terça-feira, a Federação Nacional dos Jornalistas protocolou ofício na Câmara dos Deputados pedindo explicações sobre o caso. No mesmo dia, o diretor da Secretaria de Comunicação da Câmara, Sérgio Chacon, emitiu nota negando qualquer tipo de censura, lembrando ainda que o programa foi exibido cinco vezes e ficou com chamada em destaque na página da emissora nos dias 13,14,15 e 16/03.
“Asseguro-lhe que não houve pressão de quem quer que seja para que fosse interrompida sua exibição. Igualmente não foi cerceada a liberdade de expressão dos participantes do ‘Comitê de Imprensa’ e nem ocorreu qualquer tipo de censura ao programa. Tais procedimentos, além de incompatíveis com a prática e a tradição da TV Câmara, são repudiados pela Câmara dos Deputados”, afirmou Chacon.As imagens abaixo mostram o site da emissora no dia 23/03 e hoje.
O link para o vídeo foi recolocado no ar.
Fonte: Site Comunique-se
Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro
O diretor da TV Câmara, Manuel Roberto Seabra, confirma que assessores do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, reclamaram com a emissora sobre o programa “Comitê de Imprensa”, exibido no dia 13/03. Entretanto, nega qualquer tentativa de censura.
Segundo Seabra, o programa saiu do seu objetivo, que seria o debate sobre a cobertura da revista Veja no caso das investigações contra o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, e se transformou em um palco de acusações pessoais.
A decisão de retirar o link foi tomada pela própria emissora. A ideia era inserir um direito de resposta no vídeo e recolocá-lo no ar.
“A gente recebeu muitas reclamações sobre a matéria. Ela teria sido ofensiva e saía do tema. Houve uma tentativa de responder a isso, ouvindo as partes atingidas: o ministro Gilmar e um representante da CPI dos grampos. A ideia era inserir isso no programa, como um direito de resposta. Os assessores deles ligaram e reclamaram. Tentamos entrevistar o ministro Gilmar e o representante da CPI, mas como isso não se consumou, resolvemos voltar com o link no ar”, explica.
Mudanças no programaPor causa desse episódio, a TV Câmara pretende reformular o “Comitê de Imprensa”. A partir de agora, as pautas serão mais fechadas e os apresentadores estarão avisados para evitar novos ataques pessoais.
“Só com jornalista acontece isso. Parece que a gente não obedece o que a gente ensina. O episódio chegou a nos envergonhar por não termos o outro lado, mas essa não é a proposta do programa. Não é um programa para acusar ninguém, é para debater a mídia”, afirma Seabra.
No início da semana, o correspondente da Carta Capital em Brasília Leandro Fortes, um dos convidados do programa, afirmou que o link teria sido retirado do site da emissora por pressões do ministro Gilmar Mendes.
Na terça-feira, a Federação Nacional dos Jornalistas protocolou ofício na Câmara dos Deputados pedindo explicações sobre o caso. No mesmo dia, o diretor da Secretaria de Comunicação da Câmara, Sérgio Chacon, emitiu nota negando qualquer tipo de censura, lembrando ainda que o programa foi exibido cinco vezes e ficou com chamada em destaque na página da emissora nos dias 13,14,15 e 16/03.
“Asseguro-lhe que não houve pressão de quem quer que seja para que fosse interrompida sua exibição. Igualmente não foi cerceada a liberdade de expressão dos participantes do ‘Comitê de Imprensa’ e nem ocorreu qualquer tipo de censura ao programa. Tais procedimentos, além de incompatíveis com a prática e a tradição da TV Câmara, são repudiados pela Câmara dos Deputados”, afirmou Chacon.As imagens abaixo mostram o site da emissora no dia 23/03 e hoje.
O link para o vídeo foi recolocado no ar.
Fonte: Site Comunique-se
quarta-feira, 25 de março de 2009
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